terça-feira, 9 de dezembro de 2008


A arte de ser professor

Cantar, dançar, interpretar,
driblar, sem medir esforços
Pois tudo e valido na arte de
ser professor.
Cantar um jeito novo de ensinar
dançar no ritmo da turma
interpretar cada sena, fazendo com que
o aluno entenda que na novela do aprender não existe figurantes.
Driblar os obstáculos e fechar de
goleada ao fim do ano.
Olhar para traz e ver que quando
as lagrimas se misturam com o suor
percebe que todo esforço valeu a pena
que muito alem de quadro e giz,
caneta e papel está o ensinar e o
aprender,o amar e o ser amado ...
Que na verdade ser professor é não
ter medo do futuro, é ser criativo
Ser artista, é ser poeta e cantor, é ser
Bailarino, médico é ser um pouco
mãe, aquela que ensina,corrige, apaga
entende e está sempre pronta para ouvir
e aconselhar, e saber que o A,B, ser do
professor realmente não e fácil, mas
sem ele é impossível formar palavras.

Autora: Josiane Gonçalves Pereira
Práticas, Propósitos e Efeitos

O professor reflexivo planeja que ensinar em determinada aula, como iniciar e terminar a aula. E enquanto esta ministrando a aula faz alguns ajustes em seu planejamento. Às vezes desenvolve uma atividade q1ue não tem sido planejada; ou escolhe determinados aluno a para participar da aula.
Logo depois de dar uma aula, o professor analisa o que foi bem sucedido. Os professores tomam suas decisões baseadas nas suas experiências de sala de aula, no conhecimento adquirido na faculdade e nos seus valores pessoais.
Os professores reflexivos procura resolver problemas de sala de aula envolve em tudo que for útil para o seu sucesso profissional e para o sucesso de seus alunos.

(Vânia de Jesus)

Enckay, Sandra Lee, o professor reflexivo: guia para investigação de comportamento em sala de aula. São Paulo; 5BS, 2003.


Perfil do Professor

O professor é um pesquisador, um profissional que está sempre buscando novos métodos, participando de seminários, lendo livros e ensinar o aluno aprender.
E não só o professor, mas todos os demais profissionais que queiram atualizar-se com os novos conhecimentos devem está pesquisando; pois “mais que os títulos acadêmicos, vale a competência produtiva científica continuada”.

(Vânia de Jesus)

MACIEL, Lizete S.B; NETO, Alexandre S, Formação de Professores: passado, presente e futuro.
São Paulo: Cortez, 2004.


Professores & professauros (em exercício de ficção, quanto ao ano letivo que se inicia)

Para os professores, o início de um ano letivo é um momento de entusiasmo por ter mais uma oportunidade de aprender e crescer. Já para os professauros é um momento de angústia por recomeçar mais uma rotina.
E quanto aos alunos que acolhem: os professores têm alegria pelo privilegio de ajudá-los adquirir conhecimento. Enquanto os professauros acolhem como chatos e indisciplinados.

(Vânia de Jesus)

ANTUNES, Celso. Professores e Professauros. Petrópolis, RJ. Vozes, 2007.
Analisando Dados
Uma das tarefas mais desafiadoras que os professores reflexivos enfrentam é classificar os dados coletados.
Parte do problema é que os mesmos itens podem ser classificados de várias maneiras.




Silvana Pires

MCKAY, Sandra Lee. O Professor Reflexivo: Guia para Investigação do Comportamento em Sala de Aula. São Paulo; SBS,2003.

Indisciplina

A desordem na relação professor-aluno

A relação professor-aluno torna-se o nucleo e foco do trabalho pedagógico. afinal, professor e aluno intituem-se duplamente no decurso das práticas escolares.

A indisciplina e o cotidiano escolar

O estudo sobre a indisciplina na sala de aula deve envolver, portanto a análise de multiplos aspectos, tais como: as estruturas de poder na escola, as pressões e expectativas dos pais, as concepções dos professores em relação a construção dos conhecimentos e outros.
Silvana Pires
Bibliografia: AQUINO, Julio Grappa (org). Indisciplina na escola: alternativas e práticas. São Paulo: Summus, 1996.

O Professor

Nem todos os dinossauros estão extintos!

Este texto nos fala sobre o professor de antigamente. O professor era o centro do processo de ensino e o aluno apenas um receptor de saberes. Quem não acumulava o suficiente poderia ser corrigido com um castigo ou uma reprovação.
MAs isso não ficou só no passado, ainda existe estes tipo de professores em nosso meio.

Professor Joãozinho Orvalho


Joãozinho Orvalho, dizia sempre que a escola é o lugar de vida e de trabalho. Sua escola era peculiar e seu jeito de ministrar aulas "diferentes". Fiel a esse conceito, fazia de seus alunos uma pequena comunidade que em atividades diversas nesse contexto, aprendia a viver e sobretudo, conviver. Porém sua forma de ministrar aulas não funciona.


Silvana Pires

Bibliografia:ANTUNES, Celso. Professores e Professauros. Petrópolis, RJ. Vozes, 2007.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Professor e Professauros

O professor preocupa-se com a excelência de sua aula, o professauro preocupa-se com o programa a ser cumprido.
O professor a cada ano que se inicia, é um desafio para ele e uma nova etapa a cumprir. O professauro encara como uma penitência a ser cumprida, e o seu salário é a recompensa.
O professor atua como mediador ou problematizador, despertando o aluno a vontade de aprender, o professauro pensa que é o centro do processo da aprendizagem, e o aluno apenas um receptor.

Grandes homens marcaram o conceito de aula em épocas diferentes, e são considerados como os grandes filósofos da educação. Deixaram para nós uma enorme contribuição para a reflexão da nossa prática. Dentre eles destaco Paulo Freire, que sintetiza um pouco de cada um deles, e ainda contribuiu com sua parcela muito significativa.
Pude perceber em comum entre eles o amor pela arte de educar.

Ione Abreu

Bibliografia:ANTUNES, Celso. Professores e Professauros. Petrópolis, RJ. Vozes, 2007.
Coletando Dados

Postado por: Ione Abreu


Existem informações que podem ajudar os professores a lidar com os problemas de sala de aula.
Por exemplo:
· Registros de sala de aula (lições de casa, exercícios, etc).
· Planos de aula (descreve o que o professor pretende fazer em aula).

Os professores podem ainda utilizar questionários para reflexão. Os diários que são anotações objetivas sobre acontecimentos também são muito úteis. Os journals são relatos de experiências e aprendizagem.
Tudo isso ajuda o professor a refletir sobre suas experiências e prática.

MCKAY, Sandra Lee. O Professor Reflexivo: Guia para Investigação do Comportamento em Sala de Aula. São Paulo; SBS,2003.
A INDISCIPLINA NA SALA DE AULA: UMA REFLEXAO SOBRE AS PRÁTICAS EDUCATIVAS ATUAIS
Postado por: Ione Abreu


Manter a disciplina na sala de aula é, sem dúvida, uma arte que poucos educadores conseguem dominar. Mas, para tanto, é necessário antes de tudo compreender o que vem a ser disciplina.
De acordo com Furlani (1995, p.43), existem três concepções de professores no que diz respeito à forma que estes entendem a disciplina, as expectativas em relação ao seu papel e dos alunos. São elas: O professor controlador que entende a disciplina com o sentido de controle exterior dos alunos; o professor facilitador que associa disciplina com alguma forma de organização de aula, autodomínio dos professores e alunos e a concentração de esforços do professor na gratificação ou “reforço positivo” para os alunos; e ausência de comportamento, onde a concepção de disciplina não é associada a nenhum valor, pois o professor passa essa responsabilidade para os alunos e a aula se transforma em um caos.
Em qualquer situação de ensino/aprendizagem, o professor como facilitador do desempenho dos alunos, que usa estratégias de associação de disciplina com o autodomínio dos professores e alunos em sala de aula, é o ideal. Para tanto, o professor deve deixar claro aos alunos que a disciplina é um trabalho de todos na sala de aula. As “regras” deverão ser estabelecidas por ambas as partes, levando em conta o consenso da maioria do grupo para que a cobrança possa ser efetuada também para ambas as partes, e tais regras devem estar sempre sujeitas à mudanças e adaptações. Constrói-se a melhor forma de acordo com a necessidade, assim, tanto o professor quanto o aluno terão direitos e obrigações uns com os outros.
Um indivíduo disciplinado não é aquele que se submete às regras sem questioná-las, mas aquele que organiza sua própria experiência e aprende de um jeito original e específico. A qualidade de uma instituição escolar depende em grande parte do modo pelo qual ela enfoca o processo de condução das atividades que se desenvolvem nas classes, pois, ali não é somente o lugar onde se realiza o processo de ensino-aprendizagem, como também, o lugar que traz sempre o momento oportuno para se desenvolver e promover os valores humanos nos alunos. Essa qualidade depende, sobretudo, também da capacidade dos professores estimularem o esforço dos alunos.
A disciplina é um hábito interno que facilita a cada pessoa o cumprimento de suas obrigações, é um autodomínio, é a capacidade de utilizar a liberdade pessoal, isto é, a possibilidade de atuar livremente superando os condicionamentos internos ou externos que se apresentam na vida cotidiana.
Em uma sala de aula não existem problemas de disciplina, há alguns alunos com problemas, e cuja formação é preciso atender de uma maneira particular. Para um real processo educativo a solução não é excluir os que atrapalham e sim atender a cada um segundo suas necessidades pessoais.
O mau comportamento é com freqüência, conseqüência de condições desfavoráveis do mesmo ambiente escolar que está atuando sobre os alunos: locais e mobiliários inadequados, falta de unidade e critério dos professores, e sobre eles devem centrar-se inicialmente a atenção antes de tomar medidas mais drásticas e também atuar com a família e com o próprio aluno.
São fundamentais que os professores sejam amantes de sua profissão, comprometidos com a produção do conhecimento em sala de aula, que desenvolvam com seus alunos um vínculo muito estreito de amizade e respeito mútuo pelo saber e que não meçam esforços para levar os seus alunos à ação, à reflexão crítica, à curiosidade, ao questionamento e à descoberta.
A questão central não deve estar na disputa entre o professor e o aluno, mas na organização do trabalho coletivo em sala de aula para se realizar da construção do conhecimento, quando o professor é o articulador da proposta, o coordenador do processo de aprendizagem e deve assumir seu papel de agente histórico de transformação da realidade, por meio de um ensino exigente e inteligente.

Aparecida Carneiro de Araújo
Divani Alves Bezerra Moreira

Referências
DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. (Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI). São Paulo: Cortez, 1998.
ESTRELA, M. Tereza. Relação Pedagógica, Disciplina e Indisciplina na Aula. Porto: Porto Editora, 1992.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

Educar


EDUCAR - RUBEM ALVES

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Práticas Propostas e Efeito
(um exercício de ficção)


O professor está sempre tomando decisões. Existem decisões que são tomadas dentro da sala de aula que são chamadas de reflection-in-action. As decisões que são tomadas antes e depois da aula, são chamadas de reflection-on-action.

O texto trás elementos práticos que auxiliam o professor a fazer uma reflexão sobre suas praticas na sala de aula e o porque das suas atitudes.

Descreve ainda os diferentes tipos de professores, fazendo uma analise das vantagens que advém da reflexão.

(Ieda Rabelo Rocha)



MCKAY, Sandra Lee. O professor reflexivo: Guia para investigação do comportamento em sala de aula. São Paulo; SBS, 2003.
Que elementos devem conter uma aula excelente?

Uma aula excelente tem como objetivo, ”ajudar o aluno a construir sua própria aprendizagem” (pág. 49).

Aula excelente independe do lugar e momento em que é ministrada. Para o autor, cinco atributos são considerados essências e devem estar presentes em toda aula de qualquer conteúdo e para qualquer nível de ensino. Para facilitar a memorização dos cinco atributos, o autor criou o acróstico “placa”, “a construção do acróstico excita a memória e ajuda a se pensar nesses atributos” (pág.50).
P – Protagonismo: O aluno como eixo do processo educacional. Aluno é o protagonista essencial.
L – Linguagem: A aprendizagem só é retida se falamos.
A – Administração de Competências Essenciais à aprendizagem: qula excelente e´o centro de estímulos a diferentes competências essenciais à aprendizagem.
C - Construção de Conhecimentos Específicos: liga o que se aprende ao que já se sabe.
A – Administração de competências essenciais à aprendizagem: Descobrir que a aula foi instrumento de transformação, e a certeza de mudança entre o que se sabia antes e a constatação do progresso depois da aula.

(Ieda Rabelo Rocha)

ANTUNES, Celso. Professores e Professauros. Petrópolis, RJ. Vozes, 2007.
Professores e professauros


O texto faz distinção entre professores atualizados e os que não se atualizaram. Estes chamados de “professauros” em referencia ao período pré-histórico, “por identificar nestes últimos, formas de pensamentos comuns ao período Cretáceo, dominado por grandes dinossauros” (pág. 13).

Infelizmente, esse tipo de professor ainda existe. Ele é o centro do processo de ensino onde o aluno apenas recebe e acumula os saberes, aula a aula. “Quem não acumulava o suficiente poderia ser corrigido com um castigo ou uma reprovação.” (pág. 15)

Por muitos anos o professor foi o centro do processo de aprendizagem, onde o aluno era apenas um receptor que aprendia se soubesse repetir as lições que memorizava.

Ainda no século XX, o excelentes professor era aquele sabia mais e não aquele que melhor ensinava. Porém com o movimento da Escola Nova, essa mentalidade mudou, mas até hoje ainda temos esse tipo de professor.

Com o movimento da Escola Nova (Século XX), o aluno passou a ser o cento do processo de aprendizagem.

O texto ainda questiona o que é aula, conhecimento, ensinar, aprender, como saber se o aluno aprendeu, o significado de educar, além dos elementos que devem conter uma aula excelente e a forma de ministra-la. Cita experiências de aprendizagem e excelências e as inteligências múltiplas, competências e excelências, tudo em uma linguagem muito clara e objetiva.

(Ieda Rabelo Rocha)


ANTUNES, Celso. Professores e Professauros. Petrópolis, RJ. Vozes, 2007.

O QUE SIGNIFICA EDUCAR?

Não existe única resposta para essa questão.
Uma boa educação é, portanto, uma boa escola, um bom professor, uma boa aula ocorre sempre quando esse equilíbrio se manifesta.
Como educar não significa apenas transmitir o legado cultural às novas gerações, mas também ajudar o aluno a aprender o aprender, despertar vocações, proporcionar condições para que cada um alcance o máximo de sua potencialidade e, finalmente, permitir que cada um conheça suas finalidades e tenha competências para mobilizar meios para concretizá-las, chega-se ao sentido estrutural da questão: o que significa educar. Em síntese: aprender a conhecer, fazer, viver juntos e aprender a ser.
Essa idéia que se faz de educação recebeu forte subsídio com um novo papel da educação que se discutiu em Jomtien, em 1990, em uma Conferência Internacional sobre Educação promovida pela Unesco, quando se produziu o documento “A Declaração Mundial sobre a Educação para Todos”.
Nesse documento se ressaltava que o compromisso essencial da educação se compunha de quatro aprendizagens essenciais:
Aprender a conhecer. Em última análise aprende a aprender e, a dominar competências conquistando como instrumento de reflexão e de ação e não apenas domínio de informações pré-organizadas.
Aprender a fazer. Reitera a certeza de que é a escola um espaço de realização pessoal e construção social.
Aprender a viver junto. Retirar da escola a imagem de um espaço competitivo, transformando-a em ambiente no qual se ensina solidariedade, em que o aluno aprende a se conhecer e a conhecer e respeitar o outro.
Aprender a ser. Envolve uma idéia ampla de autoconhecimento.
Percebe-se assim que a escola é o instrumento e o espaço que as sociedades com certa complexidade cultural encontram para produzira educação.
A análise da aula que transmitimos e a forma com pensamos nossa responsabilidade perante o aluno, o colega e a sociedade de uma certa forma permite que se tenha resposta à questão: - Sou professor (transmito informações, instruções,qualifico resultados) ou sou educador?
Uma forma mais simples de se buscar a coerência dessa resposta pode se situar em uma auto-análise de nosso trabalho cotidiano, permitindo que venhamos a nos colocar no acróstico seguinte:
E - “empatia”. Sou capaz de sentir o aluno em mim, percebendo-o como um ser em construção que precisa de meu auxilio para aprender a aprender e aprender a ser?
D - “didática”. Ensino, realmente, meu aluno a fazer?
U - “união”. Não apenas ajudo meus alunos, mas me aprimoro sempre na busca de cada vez mais aprender a viver juntos?
C - “confiança”. Se algum aluno não aprende com meu jeito de ensinar,sou criativo para ajudá-lo em seu jeito de aprender?
A - “administrador”. Efetivamente minha aula ensina o aluno a exercer a plenitude da sua capacidade em aprender?
D - “domínio”. Sei não apenas o que informo, mas descubro estratégias para transformar informações em conhecimento?
O - “otimista”. Creio que não existe educação sem transformação, mas acredito no poder transformador de meus alunos, não pelos saberes da disciplina, mas pelos valores que exercitam?
R - “relações interpessoais”? É essencial saber “quando” e “como fazer”, e esse fazer implica conhecer procedimentos para promover relações sólidas e significativas entre o alunado.
O educador não nasce pronto. Forma-se ao longo de sua própria caminhada de professor. Ao repensar sua prática pedagógica, espera se que o professor pontue cada uma das letras que formam esse acróstico, descobrindo em quais está pronto e em quais é essencial evoluir. Mas com serenidade saberá identificá-los e incorporá-los, distanciando-se cada vez mais das rotinas de professauros.

(Érica Cristina Lopes Menezes 4° Período Letras / Inglês)

ANTUNES, Celso. Professores e Professauros. Petrópolis, RJ. Vozes, 2007.
Professores e professauros

O texto fala os professores atualizados e os que não buscaram atualizações. Infelizmente temos professores que se acham donos do saber.
O texto lista as qualidades de um professor e como deve ser uma aula excelente segundo as diversas linhas didáticas preconizadas pelos educadores.

Aborda sobre o que é conhecimento, o que é ensinar, como aprender e principalmente como avaliar efetivamente a aprendizagem.


ANTUNES, Celso. Professores e Professauros. Petrópolis, RJ. Vozes, 2007.



aluna Mei Pu Cardoso. 4 periodo de letras Inglês
Indisciplina

Indisciplina para muitos é vista como regras ou normas que o indivíduo não obedece ou cumpri, falta de ordem, dentre outros. Mas a indisciplina pode trazer também benefícios para o indivíduo a partir do momento em que ele a use de forma correta.
É importante sim que haja disciplina nas escolas, pois é através dela e de outros meios que as mesmas conseguem fazer com que os alunos tenham um bom desempenho. Porém a indisciplina usada para que se mostre criatividade, inconformismo, como uma forma de professores e alunos ultrapassarem os seus limites de ensinar e aprender respectivamente, torna-se de fundamental importância no ambiente escolar.
Dessa forma a indisciplina pode também formar cidadãos com mais caráter e ousadia de vencer desafios que a vida lhes proporcionar.

(Carla Rosana)

Bibliografia: AQUINO, Julio Grappa (org). Indisciplina na escola: alternativas e práticas. São Paulo: Summus, 1996.

O mistério do "Aprender".